segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Prova Final

Olá,
para os alunos da Prova Final. Haverá uma questão sobre os Incas que vocês não acharão no livro, somente aqui. 
As terras utilizadas para a agricultura das diversas cidades incas eram de tamanho reduzido e pertenciam a todos os integrantes daquela sociedade. Em geral, as famílias residentes destas cidades eram unidos por muitos serem parentes entre si ou por alianças familiares, e isto formava um conjunto chamado de ayllu.

Sobre os índios no Brasil:
Vocês mesmos perceberam a diversidades de grupos indígenas que existiam no Brasil no momento que os portugueses chegaram ao Brasil. Já comentei com vocês também que os mais velhos são sempre muito respeitados nessas comunidades, geralmente, eles guardam a história de toda a tribo. Quando os portugueses chegaram aqui trouxeram muitos animais que os índios não conheciam, até porque, eles não existiam na América e as tribos, em geral, viviam da agricultura de subsistência (produziam apenas para o próprio consumo).
Prestem atenção!



segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Exercícios - Prova Final

Olá,
a turma, em geral, não foi bem na AVII. A nossa primeira avaliação também não foi muito boa para muitos alunos, mesmo para aqueles que vinham com boas notas. Não sei se a energia de vocês acabou ou se não estudaram mesmo. 
Muitos de vocês precisam de poucos pontos. Se o nosso 1° bimestre não tivesse sido tão ruim talvez ninguém precisasse fazer a prova final......ou quase ninguém! 

Imprimam ou copiem no caderno esses exercícios e levem na 6a para a nossa revisão. Tentem fazer sozinhos. Podem ler o blog também

Conteúdo da Prova Final:
Capítulo 15: Os indígenas no Brasil
Capítulo 16: A América Portuguesa: conquista e colonização

1) É comum chamar os anos compreendidos entre 1500 e 1530 de período pré-colonial pois, nesses anos os portugueses se dedicaram apenas a extração do pau-brasil; atividade que não incentivava a permanência no território. Qual era o interesse dos portugueses na madeira brasileira?




2) A partir da leitura das páginas 271, 272 e 273 responda quais os motivos que levaram Portugal a ocupar o Brasil?




3) Criou-se uma divisão territorial chamada de capitanias hereditárias quando Portugal decidiu colonizar a América portuguesa. Através da leitura das páginas 274, 275 e 276 responda:
a) Quem recebia essas terras e quais eram as suas funções?



b) Por que a divisão do território em capitanias hereditárias não teve sucesso? (p.275)



Leia as páginas 276 e 277.
4) Por que o rei português resolveu criar o governo-geral no Brasil? 



Qual era a função do governador-geral?



5) Quem ocupava as câmaras municipais? Como eram chamados os seus representantes?



sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Parte 2 - Cap. 16

Continuação – Capítulo 16

            Nesse capítulo vimos como foi o início da ocupação portuguesa na América. Os portugueses chegaram no Brasil em 1500 na expedição de Pedro Álvares Cabral, destinada, na verdade, para as Índias. É comum chamar o período que vai de 1500 a 1530 de pré-colonial. Por que? Ao contrário dos espanhóis, os portugueses não acharam metais na América e o comércio com o Oriente, nesse momento, era mais lucrativo para os portugueses.
Entre 1500-1530 os portugueses não ocuparam o território, apenas construíram algumas feitorias para a principal atividade econômica daquele momento: a extração do pau-brasil (a tinta extraída da madeira era utilizada para dar coloração em tecidos) através do escambo (pág.: 272) com os indígenas. A própria atividade extrativa não colaborava para a permanência dos portugueses, é por isso que esse período é chamado de pré-colonizador. NÃO houve escravização indígena nesse momento. Isso acontecerá somente após o início da colonização, depois de 1534. Nesse período também não há uso da mão de obra escrava africana.
Porém, a partir de 1530, os portugueses passaram a sentir necessidade de ocupar a América. Por dois motivos: 1) o comércio com o Oriente era cada vez menos lucrativos, seja pela concorrência com Espanha e França que também fizeram a sua expansão comercial e marítima ou pelo fato de Portugal não conseguir manter várias possessões no Oriente. 2) a ameaça estrangeira no Brasil. A visita dos franceses, em busca do pau-brasil, no litoral brasileiro tornava-se cada vez mais frequente. A França nunca respeitou o tratado de Tordesilhas. Os franceses argumentavam também que essas terras não eram domínio português porque não havia uma ocupação. De fato não havia. Por isso, o rei de Portugal percebeu que suas terras na América estavam ameaçadas.
Para mudar essa realidade foi enviada para o Brasil a expedição de Martim Afonso de Souza, responsável por organizar a ocupação do território e afastar a presença de estrangeiros. Entretanto, não levou muito tempo para os portugueses perceberem que devido à dimensão do território, a expedição não seria suficiente. Por isso, com o objetivo de garantir a posse do território, foram criadas em 1534, as capitanias hereditárias. Quem recebeu essas terras foi chamado de donatário. O donatário tinha autorização para criar vilas, nomear funcionários, construir engenhos e também, doar terras para os colonos. Essas terras eram chamadas de sesmarias. Além disso, como Portugal não tinha como arcar sozinha com os custos da colonização ela criou as capitanias, concedendo então, aos colonos, a responsabilidade de ocupar a terra.
Foram criadas 15 capitanias, mas apenas 2 tiveram algum sucesso: São Vicente e Pernambuco. Ambas deram início à produção de açúcar, mas apenas Pernambuco teve sucesso duradouro. Os custos e a distância de S. Vicente em relação à Europa eram muito maiores em comparação com Pernambuco. Quanto mais longe do Nordeste, mais difícil era a comunicação com Portugal. No geral, houve um desinteresse muito grande por parte dos donatários em ocupar as terras brasileiras. Além disso, muitos não tinham recursos para ocupar capitanias tão grandes. (Vejam novamente o mapa da página 274).
Como a divisão do território em capitanias não deu muitos resultados positivos, o rei português resolveu criar o governo-geral em 1548. O primeiro governador-geral foi Tomé de Sousa e era função dele organizar e fiscalizar a produção, realizar expedições em busca de metais preciosos, vigiar o litoral para evitar estrangeiros e catequizar os índios. No mesmo ano, em 1548, os jesuítas chegam ao Brasil para realizar o trabalho de catequização dos indígenas.
            Foram criadas também as câmaras municipais (Lembra do cabildo? É a mesma coisa). Além de representar o interesse dos colonos a câmara tinha a função também de cobrar impostos, realizar obras, cuidar do abastecimento das cidades, dentre outras. Aqueles que ocupavam a câmara ficaram conhecidos como "homens bons".
            No entanto, o que garantiu a ocupação do território foi a plantação de cana de açúcar. O produto era muito cobiçado na Europa e contava com altos preços no mercado europeu. Portanto, por meio da plantação da cana de açúcar, Portugal além de garantir a ocupação, também conseguiu alguns recursos, principalmente no Nordeste, do Brasil. (Curiosidade: o Rio de Janeiro também foi um produtor de açúcar.)
            Falta dizer quem trabalhava nos engenhos. No início da colonização, os portugueses tentaram escravizar os índios. Porém, além de existiam várias leis que impediam a escravização indígena, os jesuítas eram fortes opositores do uso de índios escravos nos engenhos. Para resolver essa questão, os portugueses passaram a escravizar os africanos. (Aliás, os jesuítas não viam nenhum problema no uso de escravos africanos nos engenhos.)

Cronologia do início da colonização portuguesa:
1500: chegada dos portugueses no Brasil
1500-1530: período pré-colonizador
1530: expedição de Martim Afonso de Souza
1534: criação das capitanias hereditárias
1548: criação do governo-geral

Leiam com carinho!
*****Pouco depois da criação do Governo-geral em 1548, o Brasil passou a ter como capital a cidade de Salvador, criada em 1549. No século XVIII, o Rio de Janeiro se tornou a capital da colônia em 1763. A mudança de capital tinha por objetivo controlar melhor a extração do ouro. Salvador era distante demais de Minas Gerais. Pouco tempo depois a capital ganhou ainda mais importância. Em 1808, o Rio de Janeiro se tornou a Sede de todo o Império português (dos domínios portugueses) a partir da transferência da Família Real portuguesa (rei, rainha e sua corte) para a nossa cidade.*****


É isso!

Para a AVII

Olá pessoal,
Reta final! O gás de todo mundo está no fim, mas está acabando. Alguns alunos melhoraram muito e ainda tem chance de não fazer prova final e recuperação. Outros, infelizmente, com certeza farão pelo menos a prova final. De todo modo: ESTUDEM! Para precisarem de pouco nas outras provas. A matéria já foi concluída, agora faremos somente revisão. 
Dividi o post em duas partes. Está tudo aí pessoal.

Vamos lá!

Matéria da prova
Capítulo 15: “Os indígenas no Brasil” (páginas: 246-267)
Capítulo 16: “A América portuguesa” (páginas: 268-283)

Capítulo 15

Comecei as aulas sobre os indígenas no Brasil tratando do mesmo assunto. No início do capítulo conversamos sobre a “visão eurocêntrica”, depois substituímos pelo seu sinônimo difícil: etnocentrismo. Alguns de vocês já tinham percebido que, do modo como estudamos, parece que a história dos grupos indígenas começa apenas a partir da chegada dos europeus, como se esses povos não tivessem a sua história, nem costumes próprios.
No dia de discussão do nosso trabalho vimos alguns casos de etnocentrismo. Por exemplo, a própria palavra “índios”. Quando Colombo chegou à América denominou os seus habitantes de índios, porque ele acreditava ter chegado às Índias. O problema foi que as diferentes tribos indígenas como os caiçaras, kaiowas, tapuias, temiminós, dentre outros. Todos eles se tornaram apenas “índios” homogêneos. Todos eles eram iguais. Em muitos momentos não interessava perceber as diferenças entre as tribos. Vocês se lembram da palavra Yucatán? É outro exemplo de etnocentrismo. Essa preocupação de rever como os índios são estudados surge após o nascimento da Antropologia. (Isto está no livro, p. 248)
Por outro lado, quais as fontes que temos para estudar os índios? Os estudos sobre as sociedades indígenas no período colonial são realizados a partir de diferentes fontes. Por exemplo, é muito comum utilizar os vestígios materiais deixados por esses povos para conhecer suas histórias, costumes e sua organização. São diversos objetos, como vasos, armas, pontas de lanças, etc. Esses vestígios são estudados pela Arqueologia. Vocês se lembram do vaso marajoara?? (Leiam o capítulo todo, mas deem atenção especial para as páginas 255 e 256) J Além dos vestígios materiais temos também o estudo das diversas línguas indígenas, os escritos europeus da época colonial (séculos XVI, XVII e XVIII) e, recentemente, as histórias contadas pelos próprios índios através dos relatos orais.


quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Trabalho

Não existe possibilidade de alterar a data do trabalho. Aliás, marquei com vocês faz 2 semanas.
Quem não fizer não terá nota. Isso quer dizer que o aluno ficará com zero no trabalho.
Data: 08/11 (amanhã)

sábado, 2 de novembro de 2013

Pessoal,
dei meu email incompleto. Se alguém precisar acrescente 08 antes do @.
Desculpe


Inté!

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Prova

Gostaria que vocês levassem as notas de recuperação na 6a. Preciso comparar com o meu diário.

Recado
O trabalho é MUITO IMPORTANTE para muita gente. Quem fizer trabalho mais ou menos vai ficar com nota mais ou menos. É bom se empenhar com o trabalho. É impossível fazer algo descende na véspera. A AV-I não foi boa!!!

Enfim, recado dado.

domingo, 27 de outubro de 2013

Trabalho - 4° bi

Texto atualizado.
Olá pessoal,
o post de hoje é sobre o nosso trabalho de 4o bi. 
A tarefa será longa e, por isso, vocês terão que se dividir em grupos. A turma tem 19 alunos.
Possibilidades de divisão:
I) 5 grupos de 4 alunos, sendo que um grupo terá 3 alunos. 
II) 4 grupos de 5 alunos, sendo que um deles terá 4 alunos. 
Prefiro a primeira opção. Acredito que alguém vai ficar sem fazer nada em um grupo de 5 alunos.
Grupos de 6 alunos não serão permitidos.

Sugestão: Amanda, Antônio, Pamela, Lucas Borges e Giovanna não deveriam fazer parte do mesmo grupo. Sem ciumeira, pessoal! Esses alunos tem facilidade/curiosidade em História. É apenas um meio de fazer com que todos os grupos funcionem e o trabalho seja feito da melhor da maneira possível.   
O nosso trabalho desse semestre será um debate. 

Tema: A importância dos índios na história brasileira 

Trataremos de diferentes assuntos sobre isso. Continuaremos a discussão sobre a visão europeizada, veremos a atuação dos jesuítas sobre a conversão dos indígenas, a importância desse grupo para os portugueses e os interesses dos índios ao se aliarem a portugueses. Além disso, veremos onde e quando os índios estão apresentados na História e os conflitos no passado (no início da ocupação portuguesa) e os atuais. Aproveitaremos o debate e veremos também alguns assuntos dos capítulos que faltam para a prova AV II. (Capítulos 14 e 15)

Um debate não pode ser feito a partir de "Eu acho que...", por isso, cada grupo ficará responsável pela leitura de alguns textos que selecionei da Revista de História da Biblioteca Nacional. Escolhi essa revista porque os textos nela publicados são direcionados para o público em geral, inclusive alunos. É fundamental o posicionamento de vocês. Quero saber o que vocês acharam, se vocês concordam ou não com o que leram. Isso é muito mais importante, impossível decorar.

Fiz várias perguntas sobre os textos selecionados. Tentem respondê-las. Essas perguntas ajudarão a entender os textos e na "apresentação". É um meio de vocês saberem se entenderam o que leram. As perguntas são um guia e indicam o que vocês devem falar. Porém, não se prendam ao que escrevi. Fiquem à vontade para escrever ou falar o que vocês desejarem ou o que chamou a atenção de vocês!!
Aliás, quem quiser escrever o que gostaria de falar pode e deve fazer isso. Só não pode ler tudo na hora da nossa conversa. Lembrem-se estou mais interessado em saber o que vocês acharam e a opinião de vocês. 
CUIDADO: isso não quer dizer que vocês devem deixar o texto de lado. Quero que vocês estabeleçam relações entre os assuntos. As perguntas servem para isso. 

1) Os grupos que fizerem perguntas entre si obterão maiores notas.  
2) Quando um grupo estiver apresentando, perguntas podem ser feitas por mim ou pelos colegas, para algum aluno de outro grupo que não estiver debatendo.
3) A participação é crucial, pois, é a partir dela que vocês obterão uma nota. Como eu vou saber se o aluno entendeu o que eu pedi sem ele se manifestar? 
4)  Leiam os textos selecionados para o grupo que você faz parte.

Os alunos que não participarem em nenhum das discussões em grupo ou em sala não obterão nota no trabalho!

Instruções
a) recomendo a impressão dos textos e leitura completa deles. Sugiro que todos os componentes dos grupos leiam os textos escolhidos e, de preferência, separados.
b) consultem o dicionário para as palavras desconhecidas
c) não há necessidade de entregar nada escrito.
d) façam o trabalho aos poucos. Talvez 2 dias seja o suficiente. Trata-se de uma conversa, não quero nada decorado. O grande desafio é estabelecer relações entre os assuntos.
e) separem com antecedência o que cada um gostaria de falar para não ocorrer repetições.
f) sejam flexíveis! Muitos de vocês têm outras atividades, mas o trabalho precisa ser feito! Se você não pode nenhum dia ou não quer se reunir com o seu grupo separe a sua parte e avise para os integrantes o que você escolheu.

Data: 08/11
Acho o trabalho muito longo e difícil para o dia 01/11. Assim teremos uma data para esclarecer dúvidas e conversarmos sobre a matéria.

Acertaremos alguns detalhes na próxima aula.

Divisão de Assuntos

Grupo 1 - "Discussão sobre etnografia"
O grupo 1 ficará responsável pelos seguintes textos.


Os alunos do Grupo 1 terão contato, no primeiro texto, com o que chamei de "visão europeizada". Essas duas palavras podem ser substituídas por etnocentrismo. O autor do texto explica de maneira muito clara e objetiva o significado dessa nova palavra. (Não se preocupe, a palavra é nova, mas o conceito vocês já conhecem! Foi questão de prova até)  

Perguntas
a) Para o autor, como cometemos uma atitude etnocêntrica? 
b) Qual é a consequência de uma atitude ou de uma visão etnocêntrica?

A frase "a Europa se encerrou em si mesma" significa que o continente se voltou para si; se fechou para outros contatos.

c) Os nativos da América foram denominados de índios. Por que? Como isso ocorreu?
d) Essa denominação é etnocêntrica?

e) Em resumo, qual é o objetivo do autor no texto? As informações apresentadas no texto são semelhantes ao que foi apresentado em sala de aula?

Texto 2 - O segundo texto pode ser considerado como um complemento do primeiro e fará a ligação para os textos do grupo 2. Antes mesmo de começar a leitura do texto, vá ao dicionário e consulte a palavra "estereótipo". 

a) Quando pensamos em um índio, qual a imagem que vem à nossa cabeça?
b) Essa imagem é etnocêntrica? Por que? Justifique.
c) O índio precisa ter determinadas características e comportamentos para ser um índio de verdade ou de mentira?
d) A palavra "índio" é uma homogeneização. É uma palavra que torna os índios iguais, independente da tribo a qual ele pertencia ou quais as tradições que ele seguia. Qual é a consequência que isso trás para os nossos estudos em sala de aula e também para toda a sociedade?

Grupo 2 - "Representação do índio no livro didático"

Esse grupo realizará uma pesquisa nos livros didáticos. Você podem consultar o livro didático que utilizamos, mas seria muito bom se vocês tivessem acesso a outros livros e de outras séries. A própria escola tem alguns. Não é a primeira vez que vocês estudam a chegada dos europeus na América, seria legal se vocês consultassem os livros utilizados no 2° ou 3° ano com esse conteúdo. Seria muito enriquecedor.

O grupo 2 precisará ler o 2° texto do grupo 1, "Ainda na selva?" Faremos discussões a partir dele. (Link: http://www.revistadehistoria.com.br/secao/educacao/ainda-na-selva)

Perguntas
a) Como se escreve sobre os índios nos livros didáticos? Eles são descritos como caçadores? Cultivadores?
b) Como eles estão representados nas imagens de ilustração? Somente em aldeias? Na cidade? Caçando? Plantando?
c) As imagens servem para ilustrar o que está sendo descrito?
d) Em que momento da história eles são apresentados? No Descobrimento? No século XX?  
e) O autor menciona conflitos surgidos a partida da ocupação de terras ocupadas pelos índios?


Logo no início o autor chama atenção dos leitores para a diversidade de língua e regiões ocupadas pelos indígenas no território brasileiro. 
a) Em que época do ano os índios são lembrados nas escolas?
b) Por que vocês acham que houve a necessidade criação de uma lei para tratar das culturas e história dos povos indígenas?
c) Qual o objetivo dessa lei? O que ela tenta minimizar em relação aos alunos e professores? 
d) Como ela tenta atingir o seu objetivo? 

Existe a criação de materiais que tratam somente da temática indígena para serem trabalhados com os alunos em salada de aula?

Grupo 3 - "A atuação da Companhia de Jesus no Brasil"

Comentei algumas vezes sobre a conversão dos índios na América espanhola e portuguesa. O grupo 3 ficará responsável por tratar daqueles que eram responsáveis pelo trabalho de catequizar os indios: a Companhia de Jesus.

Escolhi esse texto para que vocês percebam que nada em História acontece por acaso e a criação da Companhia de Jesus está relacionada aos acontecimentos europeus. Ou seja, existia um contexto para a criação dessa ordem religiosa.

Perguntas
a) Qual o contexto histórico da criação da Companhia? Em outras palavras, o que estava acontecendo na Europa naquele momento? (Estudamos esse assunto)  
b) Qual é a função da companhia?
c) Qual a relação entre os jesuítas, os índios e a escravidão?

Esse texto trata de alguns assuntos que veremos em sala, como a criação das capitanias hereditárias e do governo-geral. Por falar nisso...

Perguntas
a) Qual é a relação, a partir do texto, entre o início das atividades produtivas no Brasil e o uso de trabalho escravo indígena?
Os portugueses consideravam alguns índios aliados?
E para os índios? Eles tinham interesse em se tornar aliados dos portugueses?
Haviam leis que impediam a escravização de índios. Porém, havia dois modos de escravizá-los. Quais?
Onde o uso de mão de obra escrava indígena foi mais comum?
Quem tentava impedir a escravidão indígena?

Grupo 4 - Escravidão indígena

Esse texto complementa e responde várias perguntas sobre o texto anterior, principalmente, o início e o meio.

Texto 2 - Esse texto destaca que, embora os jesuítas estivessem preocupados com a conversão dos índios, eles realizavam outras atividades que não tinham nenhuma relação com a conversão. 
Tentem perceber o motivo que levou a expulsão dos jesuítas do Brasil. 

Grupo 5* (caso exista) - Conflitos envolvendo terras indígenas na atualidade
Como o nome já diz, o grupo 5 ficará responsável por estudar os conflitos terras que envolvem os índios na atualidade. Além dos textos, os alunos responsável por esse grupo poderiam pesquisar nos jornais e na internet sobre o assunto.

Esse texto traz a discussão para mais próximos de nós, para o Rio de Janeiro. Além disso, faz a ligação com os outros dois textos.

a) Por que os índios tratados no texto tinham interesse em ter os portugueses como aliados? Havia alguma vantagem para eles?
b) Qual a relação entre a fundação da cidade do Rio de Janeiro e a aliança entre portugueses e indígenas?

Trataremos também dos conflitos sobre terras envolvendo os índios. Ao longo dos textos e das aulas é muito comum tratar desse tema em algum período da História. Porém, esses problemas são atuais no nosso país.

a) Como a índia apresentada no início do texto não corresponde a ideia que temos sobre os índios?
b) Quais os problemas vividos atualmente pelas comunidades indígenas na Amazônia?
c) O que vocês sabem sobre a usina de Belo Monte, localizada no rio Xingu? 
d) Tente comparar como as comunidades indígenas eram vistas antes e depois da Constituição de 1988. Os índios eram reconhecidos como grupos que possuíam cultura e com direito à terra? 
e) As obras realizadas no Norte do país trouxeram consequências para as comunidades indígenas?
f) Além de obras realizadas pelo próprio governo, que outras atividades ameaçam os indígenas?
g) Quais as atitudes tem sido adotadas pelos índios, como a Sônia Guajajara, para defender os direitos conquistados?
h) Sônia opina sobre o que é ser índio no último parágrafo do texto. Qual é a sua visão sobre os índios? Qual a definição dela?


Resumo dos textos por grupo
Grupo 1 - "Euro, etno e outros centrismos" e "Ainda na selva?"
Grupo 2 - "Ainda na selva?" e "Todo dia é dia de índio"
Grupo 3 - "Soldados de Cristo" e "Solução caseira"
Grupo 4 - "Sangue nativo" e "Expulsão dos jesuítas - bons negócios"
Grupo 5 - "Nobreza de Índio", "A parte que lhes cabe neste latifúndio" e "Admirável Índio Novo"

Caso não exista grupo 5 a divisão de textos por grupo é a seguinte:
Grupo 1 - "Euro, etno e outros centrismos" e "Ainda na selva?"
Grupo 2 - "Ainda na selva?" e "Todo dia é dia de índio"
Grupo 3 - "Soldados de Cristo", "Solução caseira" e "Sangue nativo"
Grupo 4 - "A parte que lhes cabe neste latifúndio" e "Admirável Índio Novo"

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Questões

Questões para a prova.

Escolhi 2 exercícios do livro e elaborei 4 questões. Todas discursivas.

Façam os exercícios  6 e 7 da página 245 sobre a colonização espanhola na América.

1) O pacto colonial foi o meio que as metrópoles encontraram para aprimorar os ganhos obtidos com a exploração colonial entre os séculos XVI e XVIII. Nesse acordo, as colônias tinham permissão para comercializar apenas com a metrópole e esta, por sua vez, seria  responsável pelo abastecimento de produtos que as colônias necessitassem. Entretanto, havia limites nesse pacto. 
Como é possível questionar a explicação apresentada sobre o pacto colonial?



2) O termo "Descobrimento" é utilizado para fazer referência à descoberta da América ou ao período histórico que remete à chegada dos europeus em regiões até então desconhecidas ou pouco frequentadas. Essa palavra, porém, traz uma determinada visão sobre a América. Que visão é essa e como podemos questioná-la? (Atenção: são 2 perguntas. Tentem articular as respostas)



3) Com o estabelecimento dos espanhóis na América teve início o processo colonizador do continente. Com isso, a coroa espanhola viu a necessidade estabelecer uma administração dos imensos territórios conquistados.
a) Qual divisão territorial tomada pela Espanha para colonizar a América?


b) Uma série de estabelecimentos foram criados para cuidar de assuntos econômicos e políticos. Cite um 
deles.


c) Em qual órgão político a elite local podia reivindicar os seus interesses?



4) Responda as seguintes perguntas sobre a sociedade inca.

a) Como era a organização da produção agrícola daquela sociedade antes da chegada dos europeus? (Livro - página 229)


b) Qual era a divisão de trabalho adotada por essa sociedade para a construção e manutenção de obras públicas? (Livro - página 229)



domingo, 20 de outubro de 2013

Estudo Dirigido

Olá olá olá,
 no post de hoje vou resumir as duas aulas dando destaque para o que vocês precisarão saber para prova. Não deixem de ler o livro, nem o caderno. Não esperem eu mandar fazer os exercícios, façam-os. É nessa hora que vocês percebem se aprenderam mesmo ou não. 
Os exercícios pedidos colocarei depois.

Matéria da prova
Capítulo 11: África do Norte e Ocidental (pp. 193-198. Destaque para a p. 197)
Capítulo 13: Povos da América (pp. 216-233)
Capítulo 14: A colonização da América pelos espanhóis (pp. 234-245)

Comecei as duas aulas chamando a atenção de vocês sobre a visão europeizada não apenas da nossa história, mas também das outras regiões que os europeus desconheciam a sua existência ou pouco conheciam. Isso quer dizer que começamos a estudar a América apenas a partir do contato com o europeu. É fundamental que vocês entendam que existiam sociedades que possuíam uma História e tradições e costumes muito antes da chegada dos europeus. É por isso que sempre escrevi a palavra "descobrimento" entre aspas. O termo descoberta é a visão do europeu sobre a América.

Na aula sobre o capítulo 13, vimos as civilizações maias, astecas e incas. Porém, dei destaque para os Incas. Estudem com carinho sobre eles! Páginas 226, 227, 228 e 229. Leiam!
Naquela aula mostrei no mapa presente no livro onde estava localizada a civilização Inca, destaquei para vocês a hierarquia da sociedade inca, divida entre a nobreza real (família real), a nobreza subordinada à família real, chefes locais, camponeses e trabalhadores urbanos e, por fim, os escravos. Na última aula, comentei o que era a mita.


O capítulo 14 apresenta como foi montada a colonização espanhola e os meios elaborados pela Espanha para melhorar a administração colonial. 
Discuti em aula alguns aspectos do contato entre europeus e indígenas quando mencionei o choque cultural e biológico entre eles. Ambos pertenciam a realidades muito diferentes e desconheciam a existência um do outro. Além disso, os europeus trouxeram várias doenças desconhecidas dos indígenas, fato que colaborou para a morte de inúmeros índios. Lembrem-se que as viagens ultramarinas eram muito longas e as condições de higiene eram precárias.
É muito comum destacar o caráter violento da dominação espanhola ou portuguesa sobre os indígenas. De fato, a colonização foi marcada também pela violência e intolerância europeia. No entanto, chamei a atenção que os europeus não dominar apenas através do uso da força porque havia a dependência com relação aos indígenas. Portugueses e espanhóis estavam em terras desconhecidas, portanto, para andar em terra eles dependiam dos indígenas. Isso não era diferente para a obtenção dos produtos desejados pelos europeus.
Essa dependência para a obtenção dos produtos e o desconhecimento do território explicam porque o contato com o indígena não poderia ocorrer apenas através da violência. 

Pacto Colonial (pp. 241-242 - Leiam, por favor)
A partir do momento que os europeus começaram a se instalar na América teve início a colonização dessas terras. Para tornar esse processo mais organizado, ou seja, para obter de maneira mais eficientes os produtos mais desejados elaborou-se o pacto colonial.
Definição: "pacto" estabelecido entre metrópole (Portugal ou Espanha) e as colônias (Brasil e demais regiões - América portuguesa e América espanhola). No "pacto" ficava estabelecido que as colônias poderiam comercializar apenas com a sua metrópole e não poderia haver concorrência com os produtos metropolitanos. Estabelecia-se assim uma espécie de monopólio comercial da metrópole em relação às colônias. Além disso, seria função das metrópoles abastecer as colônias com as manufaturas.

O pacto foi um meio que as metrópoles encontraram para tornar mais eficiente a exploração comercial e proteger a sua produção. Portanto, trata-se também de uma medida protecionista, pois evitava a concorrência. Porém, haviam limites nesse pacto. Muitas vezes as colônias foram as responsáveis pela produção de seu próprio sustento, não era rara a presença de outros europeus no litoral brasileiro comercializando os locais e exemplifiquei isso também pelo contrabando da prata extraída do Peru. Vários carregamentos nunca chegaram na Espanha.

Mercantilismo
O mercantilismo era a política econômica dos Estados europeus na época que estamos estudando. Pretendia-se acumular riquezas através da obtenção de metais preciosos e da atividade comercial. Foi muito comum a intervenção dos Estados (exemplo: Portugal e Espanha) em assuntos econômicos, como a criação de leis e taxas para regrar a economia.
Leiam o quadrinho da página 242 novamente!

Administração colonial
Para melhorar a administração colonial a Espanha dividiu os territórios conquistados em vice-reinos, governadas pelo vice-rei, maior autoridade na América espanhola. O vice-rei sempre foi espanhol e pertencia à alta nobreza espanhola.
Além da criação dos vice-reinados, a Espanha criou também o Conselho das Índias e a Casa de Contratação para melhor administrar as colônias.
O cabildo (câmaras municipais) era o único estabelecimento político que permitia a participação de colonos, mas não de todos os colonos, apenas a elite local.



Revisitem
Capítulo 11 - página 197 - A cristianização do reino do Congo
Isso está no caderno! Estará na prova.

Quando vimos a Expansão Comercial e Marítima destaquei que os portugueses precisaram, antes, contornar a África, o que resultou no contato com diferentes etnias africanas em busca de ouro, escravos e especiarias. Na África, de modo geral, os portugueses dependiam da ajuda das diferentes etnias africanas para obter os produtos desejados. Geralmente, as especiarias, o ouro e outros produtos estavam no interior do continente e eram trazidos nas caravanas comerciais pelos próprios africanos. Raras vezes os europeus foram para o interior do continente.

O contato estabelecido entre portugueses e congoleses teve uma interessante consequência: a conversão do chefe da etnia, o manicongo, ao catolicismo. Naquela aula destaquei que não se tratava de uma imposição europeia. Na verdade, o chefe local viu nos portugueses um poderosos aliado para combater as outras etnias que pretendiam tomar o poder dele. 


É isso!
Bons estudos!

domingo, 13 de outubro de 2013

Os povos da América

Olá pessoal,
este post é sobre a última aula que tivemos, 4 de outubro. Naquele dia falamos sobre os povos que viviam na América antes da chegada dos europeus.

Capítulo 13: "Os povos da América" (pp.216-233)

Contatos com europeus - História europeizada
Assim como nos outros continentes (Europa, Ásia e África) devemos pensar os povos aqui residentes como sociedades que possuíam uma história e uma cultura.
Chamei atenção de vocês sobre como a nossa História é organizada e contada a partir do contato com o europeu e como ela escrita de maneira europeizada, ou seja, a partir do olhar e da cultura europeia. Tentei demonstrar que isso não acontece apenas na América, mas também na África e na Ásia. Devemos sempre estar atentos para o fato de que africanos, asiáticos e americanos montaram sociedades que possuíam suas próprias crenças, tradições e costumes muito antes da chegada dos europeus.


Maias
Localização: América Central e Sul do México

     As cidades maias eram politicamente independentes entre si, o que quer dizer que nenhuma dominava as demais, no entanto, a cultura dessas regiões que formavam a civilização maia eram muito semelhantes, pois possuíam a mesma língua e religião.
    É interessante destacar também os conhecimentos astronômicos desses povos. A partir da observação do céu, os maias tinham conhecimento sobre a duração e as estações do ano. Isso era importante porque estamos falando de sociedades agrárias onde a produção do campo era essencial para a sobrevivência dessas civilizações. Por isso, era uma questão de vida saber quando plantar e colher.
    Apesar de seu funcionamento próprio, aos poucos as cidades maias foram abandonadas. No entanto, a cultura maia não desapareceu, ela foi absorvida pelos astecas que posteriormente ocuparam aquela região.


Astecas
Localização: vale do México (Ver página 222 - Mapa da América Central)

O Império Asteca foi formado através da dominação militar ou por alianças entre cidades e, assim como qualquer outra sociedade, havia uma organização social; uma hierarquia. No topo, estava a família real, que ocupava os principais postos na administração do império e do sacerdócio. Logo abaixo, mas não menos importante, estava a nobreza, também responsáveis pela administração, sacerdócio e defesa das cidades astecas. Depois vinham os camponeses e trabalhadores urbanos, como comerciantes e artesãos. Por fim, os escravos, muitos deles são guerreiros derrotados em batalhas. 

Resumo
Família Real - principais cargos da administração e sacerdócio
Nobres - ocupavam cargos da administração, sacerdócio e defesa.
Camponeses e trabalhadores urbanos
Escravos - principalmente capturados em guerras.

Incas
Localização: costa oriental da América Sul - sul da Colômbia ao Chile (Andes)
Formado entre os séculos XII e XIII
Chefe supremo denominado de Inca
Capital: Cuzco (Atualmente esta cidade faz parte do Peru. Lembrem-se, não existem países na América)

     Assim como os astecas, o império inca é formado por diversas cidades localizadas ao longo da América do Sul, que tornaram-se aliadas ou foram dominadas. A dominação criada pelos incas possui uma característica específica, pois à medida que expandiam seus domínios a partir de Cuzco, os incas levavam a sua cultural, principalmente sua língua quíchua, falada ainda hoje em regiões do Peru e da Bolívia.

Organização social
     Do mesmo modo que os astecas, os incas também tinham a sua hierarquia social. No todo estava a família imperial, a alta nobreza, responsável por ocupar os principais postos da administração, do sacerdócio e de defesa. Depois deles e subordinada aos nobres reais estava a nobreza que não fazia parte da nobreza real que também ocupava posições de comando. Além dos nobres, existiam os antigos chefes das comunidades locais subordinados aos incas, os curacas. As camadas médias formadas por comerciantes, artesãos, militares, dentre outros. Por fim, os camponeses e os escravizados por dívida ou por guerra.

Nobreza Real - principais cargos da administração e sacerdócio
Nobres - ocupavam cargos da administração, sacerdócio e defesa.
Chefes locais - curacas
Camponeses e trabalhadores urbanos
Escravos - pessoas endividadas ou guerreiros capturados em guerras.

Organização do trabalho (p.229)
As terras incas eram divididas entre as famílias e eram utilizadas para o próprio sustento. Além das terras familiares, os templos e o próprio governo possuíam as suas terras de onde retiravam o seu próprio sustento. 
Prestem atenção que além dessa divisão de terras, os incas criaram uma divisão do trabalho para a realização das obras públicas, como a construção de templos, palácios, canais de irrigação para  agricultura, dentre outros. Para realizar essas obras era necessário convocar o trabalho coletivo de diferentes aldeias e vilas e essa solicitação era  feita de modo que houvesse um revezamento entre elas. O nome desse rodízio entre a mão de obra é mita e o objetivo era equilibrar a convocação das diferentes região para não afetar a produção agrícola. 


Bons estudos!!!

sábado, 21 de setembro de 2013

Revisão - Respostas

Oláá!
Como havia prometido, aí estão as respostas dos exercícios.

Atenção atenção!!
Alguns me disse que não coloquei nada no blog. Fiz duas atualizações já, olhem as datas de cada uma.

1) Cite duas razões que explicam o pioneirismo português na Expansão.
Possibilidade de resposta:
- A centralização política do reino português
- Os conhecimentos náuticos acumulados
- A posição geográfica favorável

Não se esquecem: O principal objetivo da expansão era quebrar o monopólio dos árabes e italianos no comércio das especiarias, mas não se esqueçam que os europeus queriam expandir a fé católica.

2) Coloque em ordem cronológica e mencione se Portugal ou Espanha foram responsáveis pelos feitos.
1498-1488-1492-1519
Exemplo: 1415 - Tomada de Ceuta - Portugal

a) chegada às Índias
b) descoberta da América
c) Cabo da Boa Esperança/Tormentas
d) Circunavegação da terra

Resposta
a) 1488 - Cabo a Boa Esperança/Tormentas - Portugal
Nesse ano, Bartolomeu Dias conseguiu contorna o extremo sul da África e aquela região, até então denominada Cabo das Tormentas foi rebatizada para Cabo da Boa Esperança.

b) 1492 - Descoberta da América - Espanha
O navegador Cristóvão Colombo acreditava ser possível chegar às Índias navegando para o Oeste, sem precisar contornar (circunavegar) a África. A consequência dessa decisão foi a "descoberta" de um novo continente.

c) 1498 - chegada às Índias - Portugal
Os portugueses conseguiram atingir seus objetivos somente em 1498 com a expedição de Vasco da Gama.
Esse foi a primeira viagem para as Índias. A segunda expedição ocorreu em 1500 e foi a mesma que chegou ao Brasil pela primeira vez, sob o comande de Pedro Álvares Cabral.

d) 1519 - circunavegação da Terra - Espanha
Os espanhóis comprovaram que o mundo era redondo e não quadrado, como era comum acreditar. Essa expedição foi comanda por Fernão de Magalhães.

OLHEM AS ROTAS DAS NAVEGAÇÃO NO LIVRO - PÁGINA 171!!!

3) O que foi o Tratado de Tordesilhas?
Resposta: O tratado de Tordesilhas, assinado em 1494 entre Portugal e Espanha, foi uma divisão do mundo entre esses dois países. Portugal teria domínio sobre o leste da linha divisória, enquanto a Espanha exerceria domínio a oeste.

OLHEM O LIVRO - PÁGINA 173!!
A página 173 e 174 fala sobre as viagens francesas e inglesas. Cuidado para não se confundirem!!

4) Por que os dromedários foram importantes para as tribos berberes?
Resposta: Os dromedários são animais bem adaptados ao clima desértico e os berberes eram responsáveis pela ligação entre as rotas comerciais transaarianas, ou seja, que cortavam o deserto do Saara.. 

ISSO ESTÁ NA PÁGINA 185 E 187.

5) Como os portugueses conseguiram obter uma posição privilegiada no comércio do Extremo Oriente?
Resposta: Com a ocupação de Goa, na Índia, de Ormuz, na Pérsia e, principalmente, de Málaca os portugueses conseguiram boas condições para controlar as rotas comerciais da região. 
Málaca possibilitou a entrada dos portugueses no comércio do Extremo Oriente e entre a China e o Japão. Os portugueses, inclusive, se estabeleceram na China, em Cantão e Macau, e por algum tempo no Japão. 

LIVRO - PÁGINAS: 212-213



Bem, é isso!
Estudem!
Atenção nos posts anteriores, já está tudo resumido lá. 
Estudem essas questões também!

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Artigo - Revista História da Biblioteca Nacional

Queridos e queridas,
vou anexar aqui o link do texto que tentei ler em sala.
O artigo é da Revista de História da Biblioteca Nacional.

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/a-dura-vida-dos-navegantes

Eu sei que vocês não gostam muito de História, mas se por algum acaso alguém quiser saber mais sobre alguns assuntos, entrem no site da Revista. Todo o conteúdo está disponível on-line e os textos são voltados para o público em geral, não é uma revista feita somente para os professores e historiadores. É acessível para estudantes e curiosos! Os textos são muito bons. E curtos.



Até mais!

Estudo Direcionado - AVII - 3o bi

Pessoal, dia 26 é a nossa AVII.
Se vocês estudarem tanto quanto estudaram para a AVI acho que vocês farão uma boa prova. Não está muito difícil. 
Neste post vou apenas retomar alguns pontos e comentar o que acrescentei nas últimas aulas, pois já fiz um post sobre Expansão Comercial e Marítima.

Não deixem de estudar as razões do pioneirismo português. Comentamos bastante isso em sala. 
a) a importância da formação do Estado português
b) conhecimentos náuticos
c) burguesia enriquecida
d) posição geográfica de Lisboa favorável

Objetivo da Expansão
O principal deles: quebrar o monopólio do comércio árabe-italiano de especiarias.
Porém, é impossível não falar que portugueses e espanhóis viram também a possibilidade de expandir a fé católica.

Vimos que Portugal acreditava ser possível atingir as Índias através da circunavegação da África, ou seja, contornando o continente. No entanto, até conseguir atingir o seu destino final, Portugal parou diversas vezes ao longo do continente africano, buscando especiarias, escravos e ouro. Foi dentro disso que comentamos sobre alguns assuntos do continente africano, como as caravanas. Era através dessas extensas rotas comerciais que os portugueses conseguiam obter os produtos. Quem fazia o contato entre o interior e o litoral eram os berberes com os dromedários, animal bem adaptado para o deserto.
Comentamos um pouco sobre o Oriente, principalmente as possessões portuguesas naquela região do mundo. Destaquei para vocês que os portugueses conseguiram participar do comércio no Extremo Oriente a partir da tomada de Malaca e com isso, ter contato comercial com os chineses e japoneses.

Espanha

Lembrem que a Espanha foi o segundo país a fazer a expansão porque ela estava envolvida na luta contra os mouros (= muçulmanos) para expulsá-los de seus territórios. No entanto, seus feitos não foram menores.
Em 1492, a expedição de Cristóvão Colombo, patrocinada pela Espanha, chegou à América. Ao contrário dos portugueses, Colombo acreditava ser possível chegar às Índias navegando para o Ocidente. Foi também através da expedição espanhola de Fernão de Magalhães (1519-1522) que foi confirmada a ideia que mundo era redondo.

Tratado de Tordesilhas (1494)

Como consequência das navegações portuguesas e espanholas ambos assinaram um tratado dividindo as terras descobertas e por descobrir entre esses dois países. O tratado estabelecia as regiões que seriam domínio de Portugal e Espanha e, consequentemente, os locais onde poderiam se estabelecer e explorar.

Cronologia da Expansão
1415 - Tomada de Ceuta
1450-1480 - Expedições para a África
1488 - Bartolomeu Dias contorna o sul do continente africano. O Cabo das Tormentas é renomeado para
Cabo da Boa Esperança
1492 - Colombo chega à América
1494 - Assinatura do Tratado de Tordesilhas
1498 - Os portugueses chegam às Índias
1500 - Pedro Álvares Cabral chega ao Brasil.
1519-1522 - Circunavegação do mundo

Infelizmente vocês precisão guardar essas datas para não se confundirem.

Sexta-feira revisarei o conteúdo ou se vocês preferirem faremos algumas questões.

Bons estudos!

sábado, 24 de agosto de 2013

Estudo Direcionado

Escrevi algumas coisas que vocês devem estudar com atenção para nossa avaliação. A ideia é que vocês reúnam as informações, lendo o livro, caderno e o blog. Em outras palavras, não é para ler somente as páginas que estou indicando, pode ser que vocês não entendam porque estão lendo frações do conteúdo. É bastante coisa, eu sei. Existem outras atividades, porém com alguma organização dará tempo de fazer isso tudo.
Muita alunos tiveram boas notas na Recuperação. Por que não repetir isso agora? Eu mesmo fiz a Recuperação e não estava diferente das outras avaliações, nem mais fácil!

DICA: Tentem responder todas as perguntas desse texto. Copie para o caderno e tentem respondê-las. Ao longo desse "exercício", vocês perceberão o que já esqueceram, onde estão as dúvidas e o que não entenderam. Recorra aos textos e podem perguntar pelo blog também.
O objetivo não é responder essas perguntas e decorá-las!!!

Estudem bem as condições que possibilitaram a expansão marítima de Portugal. Isso está no início do seu caderno e no livro também (Páginas 89, 90, 91, 166 e 167).
Que condições são essas? Centralização política, burguesia enriquecida...

Lembre-se da função do rei, nobreza, burguesia e Igreja na Expansão Marítima.
(O triângulo desenhado no final da aula.)

Atenção nos objetivos dos portugueses com a expansão.
Qual era o principal? Quebrar o monopólio comercial de especiarias estabelecido por árabes e italianos através da descoberta de um caminho alternativo para as Índias. (Caderno+Livro página 167 e 168)
Mas até chegar às Índias algumas inovações técnicas ocorreram. Quais? Exemplo: desenvolvimento da cartografia. E as outras? (Caderno+Livro: páginas 174, 175, 176, 178 e 179)
E até conseguir contornar a África? Os portugueses trocavam e tiveram contato com os africanos?

E como era a vida nessas viagens? Como era o cotidiano? Quais os perigos que existiam?
Estudem bem isso. (Caderno+blog+Livro: páginas 176 e 177)

E a Espanha?
Por que a Espanha foi segunda a entrar na expansão? Qual motivo interno explica isso? E quando conseguiu reunir condições para se lançar ao oceano, quais foram as conseqüências das suas navegações?

Capítulo 9
A Expansão do Islã na África, na Ásia e na Europa

Sobre a expansão do islamismo estudem com atenção especial aquele fator climático que contribuiu com o deslocamento dos árabes para a África Oriental e Sudeste Asiático. Comecei as aulas sobre o cap.9 falando sobre esse mesmo assunto. (Caderno+Livro: pp. 149 e 150)

Muita atenção no conteúdo sobre cultura suaíle. Tentem lembrar o que falei sobre a expansão islâmica na costa oriental da África. Como foi o contato entre os árabes e os africanos? O que os árabes buscavam no contato com alguns africanos? O que aconteceu a partir dessa convivência entre ambos os grupos? Os árabes entraram no continente africano através da costa oriental?
Vejam o mapa da pagina 150 para perceber a presença do islamismo na costa oriental africana. Na página 63 há um mapa mostrando a presença muçulmana no mundo. Percebam que esse mapa mostra a presença do Islã em regiões que apresentei para vocês, como a Turquia, Paquistão e Índia.

Sobre essa expansão do Islamismo eu selecionei para vocês o que achava muito importante e o critério de escolha foram aquelas regiões que apresentam conflitos atualmente em função da religião, onde a religião é um dos fatores que explicam conflitos ou onde surgiram consequências históricas por muitos anos, como a criação do Império Turco-Otomano.

Portanto, estudamos a presença islâmica na Índia e na Turquia (Turco-Otomanos).
Vimos que por motivos religiosos a Índia perdeu uma parte de seu território. Qual a religião da Índia? Esse território deu origem a que país? Qual a religião desse país? E por que o islamismo não tomou conta de toda a Índia? Existe uma explicação geográfica. Qual? (Caderno+Blog na parte de Islá Parte II+Livro: pp 152-153.

Deem atenção também aos Turco-Otomanos. Vimos que construíram seu próprio império, o Império Turco-Otomano, que só deixaria de existir após a Primeira Guerra Mundial, em 1918. Lembrem que a capital desse império era a famosa Constantinopla, renomeada para Istanbul. Não se esquecem os desejos de conquistas desse império que conseguiu dominar a Mesopotâmia, a Arábia e queria dominar a Europa. (Caderno+Blog+Livro: p; 159)
Aliás, qual conseqüência religiosa do domínio sobre a Arábia, região onde nasceu o Islamismo? (Caderno+Blog+Livro: p; 159)
E quando o domínio se estabelecia? Como era a vida nesse império? (Caderno+Blog+Livro: p.160 e 161)

Capítulo 10 - Expansão Marítima

Expansão Marítima 

Portugal

Pioneirismo português para a expansão marítima.
Comecei a última aula explicando exatamente isso.
a) Lembrem, mencionei que a centralização política em torno do rei ou, em outras palavras, a formação do Estado de Portugal em torno do rei foi fator importante. Em tese, todo o território entrou sobre o domínio de um mesmo senhor e. Mais do que isso, era preciso de um Estado e um rei para organizar as diversas expedições que eram extremamente complexas e caras.
b) A existência de uma burguesia que enriqueceu em função do comércio entre o mar Mediterrâneo e o mar do Norte e que estava acostumada a abastecer os navios que paravam em Lisboa.
c) Como conseqüência do fato de Lisboa ser um ponto de parada nessa rota comercial, a cidade recebia muitos navios e marinheiros, o que possibilitava a troca de informações entre os navegantes e os portugueses. Não se esqueçam que a atividade pesqueira era muito comum antes mesmo da unificação portuguesa.
d) favorável posição geográfica de Lisboa – voltada é para o Atlântico. Vejam em algum mapa ou entrem no Google Maps e aproximem para ter uma boa visualização da localização da cidade.

TODOS esses fatores explicam as condições necessárias para tornar possível a Expansão Marítima.

E por que fazer a expansão?
Podemos simplificar ao máximo ao afirmar que os portugueses buscavam encontrar um caminho alternativo para o comércio com as Índias e, com isso, quebrar o monopólio que os árabes e os italianos estabeleceram no comércio de especiarias.
Porém não podemos esquecer que havia também a motivação religiosa de expandir a fé católica e a busca por metais preciosos (ouro e prata).

Em aula tentei chamar a atenção de vocês para o fato de que essa expansão foi gradual. O que isso quer dizer? Muitos anos foram necessários para descobrir que realmente era possível um caminho alternativo para as Índias através da navegação.
a) Conquista de Ceuta (1415)
A conquista dessa cidade marroquina tinha como objetivo:
               1) controlar o comércio realizado na cidade pelos muçulmanos
               2) obter maior controle sobre o mediterrâneo
               3) levar o catolicismo para a região

b) Viagens ao longo da África
Essas viagens aconteceram entre 1450 e 1480. Elas foram muito importante para aumentar os conhecimentos sobre a navegação no Atlântico, no sentido de saber mais sobre os regimes de ventos e correntes marítimas. Lembrem-se estamos estudando uma época que não existe motor, GPS ou rádio.
Ao longo desse tempo foram aperfeiçoados instrumentos de navegação como a bussola  e o astrolábio. O primeiro instrumento aponta direções (Norte e Sul) e o segundo serve para calcular a altura dos astros no céu. À medida que as embarcações são direcionadas para determinado lugar as estrelas mudavam de posição, ficando mais altas ou mais baixas, e através desse posicionamento os navegadores sabiam se estavam na direção que eles desejavam ou não.
Não esqueçam dos mapas. Ou da cartografia (=arte de fazer mapas). À medida que os navegadores iam para o sul o mapa do litoral africano foi sendo desenhado.
E mesmo os navios passaram por adaptações. As galés, muito bem adaptadas, ao mediterrâneo não eram eficientes no Atlântico. Por isso, as caravelas foram desenvolvidas. Essas embarcações eram mais adequadas aos objetivos das viagens: comércio e investigação do litoral e eram mais velozes e menos dependentes do ventos. Posteriormente surgiram as naus, com maior capacidade de defesa de ataques piratas e de carregamentos comerciais e tripulantes.
Ao longo da África foram estabelecidas feitorias. Com o contato com os reinos africanos, os portugueses conseguiam ouro, escravos e algumas especiarias.

CURIOSIDADE: Era muito comum que monstros marinhos estivessem desenhados (ou representados) nesses mapas. O oceano Atlântico tinha um sinônimo naquela época: mar tenebroso. Algumas pessoas acreditavam na existência desses monstros, como o Kraken, visto nos filmes do Piratas do Caribe. Por outro lado, o objetivo desses desenhos era, de fato, aterrorizar as pessoas e desencorajá-las. Afinal, existiam outros países, como a Espanha, buscando o caminho alternativo para as Índias.
A lenda do Kraken é muito antiga. Ela está presente nos registros históricos desde os tempos dos Vikings. (Aliás, grandes navegadores. Dizem que eles navegaram até o território que é hoje o Canadá muito antes de todos os países europeus). O Kraken pode ter sido confundido com a lula-colossal, que pode ser tanto grande quanto algumas espécies de baleias! Há também a lula-gigante.

Resumo: As viagens ao longo do litoral ocidental da África foram importantes para obterem maiores conhecimentos sobre a navegação. Quais? Correntes marítimas, regime de ventos, melhorias dos instrumentos de navegação e desenvolvimento dos mapas.

c) Viagem de Bartolomeu Dias (1488)
Bartolomeu Dias foi o primeiro a conseguir contornar o extremo sul do continente africano (onde hoje está localizado o país África do Sul). Até então a região era conhecida como cabo das Tormentas. A partir do feito do mencionado navegador aquela localidade foi renomeada para Cabo da Boa Esperança.

d) Chegada às Índias (1498)
O portugueses conseguiram atingir o seu objetivo somente no final do século XV. Com o êxito desse objetivo aos poucos, o comércio realizado pelo mar Mediterrâneo foi, ao poucos, sendo deslocado para o oceano Atlântico.

Alguns historiadores afirmam que isso só foi possível com a ajuda dos próprios muçulmanos instalados aos longo da costa oriental da África. Aqueles que nós estudamos no capítulo 9.

Espanha

Discutiremos a Espanha mais detalhadamente nas próximas aulas, mas prestem atenção em alguns aspectos importantes sobre a expansão da Espanha.
Assim como Portugal, a Espanha TAMBÉM BUSCAVA UM CAMINHO ALTERNATIVO PARA AS INDIAS. Porém, os espanhóis acreditavam ser possível descobrir esse outro caminho navegando para o Ocidente e sem contornar a África, como os portugueses fizeram.
Qual o resultado disso? 
1) A "descoberta" da América.
2) Circunavegação da Terra

Discutiremos em sala um acordo entre Portugal e Espanha chamado de Tratado de Tordesilhas. Esse tratado pode ser entendido como uma consequência da descoberta destas terras ao Oeste. (É, meus alunos, tudo em História tem uma explicação, os assuntos estão ligados. Poucas coisas na História são explicadas pelo acaso)


Viagens Atlânticas
Como eram essas viagens? Pode-se dizer que eram longas, perigosas e caras.
O perigo do naufrágio era constante, nem todas embarcações resistiam aos longos períodos no mar ou às tempestades. Além disso, o fato de navegarem em águas desconhecidas facilitava a ocorrência de acidentes.
Não esqueçam que o cotidiano nessas embarcações eram muito duros. Alguns alimentos estragavam em mar aberto e as condições de higiene não eram boas. Como expliquei para vocês, uma das doenças mais comuns era o escorbuto, causada pela deficiência de vitamina C.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

A Expansão do Islã - Parte II

A Expansão na Ásia

Pérsia xiita
O Estado persa (Persia: região do Irã) adotou como religião oficial o Islamismo de vertente xiita. Isto criou muitas conflitos com os árabes, de maioria sunita. (p.55-Explica o que é xiita e sunita). Os seus governantes são chamados de  e tinha poder absoluto, pois acreditava-se que ele era enviado de Deus.

(Saiba mais: Essa diferenciação causa conflitos até hoje dentro do Irã)


Índia persa
Em 1947, houve a separação entre a India e o Paquistão. A divisão do território foi feita por motivos religiosos, o objetivo era separar o Paquistão, localizado ao norte, de maioria muçulmana, da Índia, de maioria hinduísta. 
A religião islâmica não conseguiu avançar por toda da Índia por um impedimento geográfico, porque o planalto do Decã funcionou como um obstáculo natural. 

Curiosidade: Até hoje os dois países vivem tensões, mesmo com a separação. Além disso, para tornar a situação mais complicada, India e Paquistão possem bombas atômicas.

 A Ascensão das Dinastias Turcas

As invasões mongóis
Os mongóis fundaram um enorme Império que compreendia quase toda a Ásia e parte da Europa, até a Hungria. No entanto, após a morte do seu líder o império se fragilizou e foi fragmentado e partilhado entre seus descendentes, o que possibilitou a formação de novas lideranças políticas no mundo islâmico.

A dinastia otomana
Os otomanos, de origem turca, formaram o Império Otomano a partir da tomada do enfraquecido Império Bizantino. A capital desse império era Constantinopla (hoje Istambul, na Turquia).   
Além de conquistarem a Mesopotâmia, a Arábia e o norte da Africa os turco-otomanos queriam dominar também a Europa, chegaram a subjulgar algumas cidades do Leste Europeu, mas o seu avanço foi contido na Áustria, na cidade de Viena.

Obs: Na conquista da Árabia, os turco-otomanos dominaram as cidades de Meca e Medina. localidades onde surgiu o Islamismo. A partir dessa conquista os sultões (chefes políticos) tomaram para si o título de defensores da religião islâmica. 

A vida no Império
Havia alguma tolerância religiosa e os impostos cobrados pelos turco-otomanos eram menores do que aqueles que eram cobrados pelos cristãos. Havia ainda, a possibilidade, de cristãos convertidos ocuparem cargos no governo. 
Porém, o ponto fraco do Império era a sua dependência do exército, não havia uma administração que fizesse com que o seu poder chegasse em todas as regiões sob seu domínio.

Curiosidade: O Império Turco-Otomano deixou de existir apenas em 1918, com o fim da Primeira Guerra Mundial.