quarta-feira, 27 de maio de 2015

Unidade 4 - O mundo americano

Turma,
esse é o segundo e último post da prova
Conteúdo: Unidade 3 - O mundo africano
                 Unidade 4 - O mundo americano

A unidade 3 é o que escrevi no blog. O livro tem muita coisa e priorizei apenas algumas partes.
Vamos lá.

Maias
início do desenvolvimento da civilização: século IV a. C e a partir de 250 d.C os maias se espalharam por várias regiões da América Central. 

Os maias nunca formaram um governo único, por isso, suas cidades eram autônomas, assim como seus centros cerimoniais. Esses locais reuniam os templos em forma de pirâmide, as residências dos governantes, monumentos e as praças para as celebrações coletivas. As cidades eram utilizadas, principalmente, para a celebração de festas e para o comércio. 
Sem diferença de qualquer outra sociedade, havia uma hierarquia entre os governantes, os sacerdotes e os agricultores. Aliás, todas as sociedades que estudamos até agora são agrícolas. Quer dizer que dependem do campo para sobreviver.

Astecas

período: século XIII
1325: fundação de Tenochtitlán

Os registros apontam para uma cidade Tenochtitlán bem organizada, com ruas largas, mercados, palácios e bem abastecida por um aqueduto. A escrita deles não foi plenamente desenvolvida, pois utilizavam um conjuntos de imagens e símbolos para expressar uma ideia ao invés de palavras. Assim como os maias, desenvolveram um calendário para dividir o tempo e organizar a vida em sociedade.

A sociedade asteca era extremamente hierarquizada, divida entre o imperador, os sacerdotes e os nobres. Além disso, a sua religião era politeísta, logo, cultuava vários deuses.

Incas

Os incas ocuparam territórios da América do Sul no final do século XIII e a sociedade criada nessa localidade existiu até a chegada dos espanhóis, no século XVI.
O imperador recebia o título de Inca e era visto como um deus.
Uma das principais características da economia inca a sua agricultura. As terras conquistadas eram divididas em três partes: uma parte para os sacerdotes, outra para o imperador e, por fim, para os camponeses. A mita era importantíssima nessa sociedade e tratava-se de uma divisão do trabalho obrigatório temporário para todos os homens. Diferentes tarefas poderiam ser desenvolvidas por esse sistema de trabalho como o cultivo das terras, a construção e manutenção de templos, dentre outros aspectos.

É isso!

Unidade 3 - O mundo africano - Capítulo 1 e 2

Olá pessoal,
essa é a primeira parte do conteúdo.
Caso olhem no livro vocês verão que ela é dividida em capítulo 1 e 2. Juntei ambos aqui e fiz apenas um texto, ok?
Não esqueçam que destacamos algumas informações no caderno também.

Na Unidade 3 estudamos alguns reinos africanos em um determinado período. 
No capítulo 1 nós estudamos Gana, Mali e Songai. Trata-se de reinos que estão localizados no limite do deserto e na região do Sahel, na "borda" do deserto do Saara. e a floresta tropical. Nessa região a influência há forte do Islamismo, mas mesmo assim foram mantidas práticas culturais e religiosas existentes antes da presença dessa religião. 

Havia também fortes trocas entre o Sahel e o norte da África atravessando o deserto. Trata-se das rotas transaarianas ou caravanas que comercializavam sal, ouro, marfim, panos de algodão, dentre outros produtos. 

Reino de Gana
período: século IV e XIII
localização: oeste da África
formado a partir da ligação entre as rotas comerciais e o comércio de ouro.  

Gana ficou conhecido como o "reino do ouro", mas havia também negociações constantes para o marfim e os escravos. No século VII, Gana tornou-se a principal potência econômica e militar da região que estudamos, a África Ocidental. Apenas no século XI, através de uma jihad, o reino foi dominados por muçulmanos. Somente em 1240 haveria uma reunião dos domínios novamente para a formação do Império Mali.

Império Mali
As informações que temos do Império Mali, assim como dos outros reinos, são obtidas através das fontes escritas deixadas pelos árabes que circulavam pela religião. No caso do Mali existem também os griots. Eles são contadores de histórias e são encarregados de preservar a história do reino para as gerações futuras. Em geral, as sociedades africanas foram muito mais voltadas para a tradição oral do que a escrita. Por isso, devemos ter o cuidado para não pensar que eram inferiores porque não produziram uma escrita. Se pensarmos assim seremos etnocêntricos, ou seja, analisaremos e julgaremos a cultura diferente da nossa e de outra pessoa a partir da nossa própria cultura. Cometeremos um erro nos nossos estudos!

Voltando ao Mali...
localização: antigos domínios do reino de Gana
De acordo com os relatos dos griots, o reino foi fundado por Sundiata Keita, em 1235 (século XIII). 

Os principais produtos comercializados eram o sal, o ouro, o cobre e a noz-de-cola. Havia, ainda, os produtos agrícolas e as pastagens.

A conversão de Sundiata Keita para o Islamismo contribuiu para a integração do Império no circuito comercial islâmico porque o reino tornou-se uma ligação entre o norte do continente e o mar Mediterrâneo.

Apesar de sua riqueza, o império entrou em declínio no século XV por causa dos constantes ataques e outros grupos e, em torno de 1470, o Mali tornou-se um domínio do povo Songai.

Império Songai 
Comandado por Sunni Ali (1440-1493) a partir de 1464, século XV. A riqueza do Songai era baseada, assim como o Império Mali, no comércio de ouro, noz-de-cola, sal e escravos. Aliás, os cativos eram vendidos para várias regiões para fora do continente. Boa parte do desenvolvimento ocorreu a partir do aprimoramento do sistema de coleta de impostos elaborado pelo Império Mali e esse crescimento ocorreu até o século XVI. A partir desse momento houve o agravamento de conflitos internos, problemas climáticos e invasões de exércitos.

Capítulo 2
Turma,
Sobre o capítulo 2 deem atenção especial para o Reino do Congo, o comércio entre africanos e europeus e a escravidão africana (organizamos algumas informações sobre este ponto no caderno. Revisitem!)

Reino do Congo

Em torno do século XIII houve a ocupação da região banhada pelo rio Congo e atualmente estão localizados os territórios de Angola e da República Democrática do Congo.
No século XV o reino já estava formado e era liderado pelo manicongo, o Senhor do Congo e na segunda metade desse mesmo século existia um exército devidamente organizado, funcionários do reino para cobrar impostos e ampla atividade comercial.
A partir das relações com o reino de Portugal ocorrem profundas mudanças no Congo. Comercialmente, os congoleses ofereciam escravos em troca de armas de fogo, pólvora, fumo, ferramentas, dentre outros objetos. Além disso, o manicongo se converteu ao catolicismo. O seu objetivo era garantir as trocas comerciais com os portugueses e obter mais poder contra os demais chefes políticos do Congo que disputavam o poder no reino.

Revejam, por favor, o livro (página 77) sobre "A escravidão na África".
Esse quadro trata de uma questão da prova.